O Prefeito Melquíades Araújo anunciou a retomada das obras para a conclusão da escola de tempo integral no Jardim Colina, que deverá atender 188 alunos. A obra foi iniciada em 2015 na administração Noé Rodrigues, para atender moradores do Jardim Colina, Vila Nazaré, César Matile e Parque das Nações, e deveria ter sido concluída em dezembro de 2016, mas a empresa que venceu a licitação abandonou a obra, e por conta do período eleitoral, não foi possível fazer nova licitação para conclusão das obras, embora tivesse dinheiro em caixa para terminar a obra.
Em 2017 o prefeito Araújo iniciou o seu primeiro mandato, mas não fez nova licitação, deixando a obra abandonada, a qual deverá ser retomada agora, após 5 anos de paralização, conforme a Prefeitura anunciou pelas redes sociais. Mas a justificativa da Prefeitura para a escola ter ficado tanto tempo no abandono foi que o Ministério da Educação teria interrompido os repasses de recursos. Mas como a emenda já havia sido aprovada e as obras iniciadas, os repasses são retomados tão as obras fossem reiniciadas.

Segundo o anunciado pela própria Prefeitura, a mesma empresa que havia abandonado a obra vai retomar a construção após reajustarem os termos da licitação anterior, mas não tem um prazo de término para a obra.
De acordo com o projeto, a nova escola construída em um terreno com 2400 metros quadrados funcionará em período integral, oferecendo além das atividades de formação acadêmica, atividades alternativas como artes, música, teatro, entre outras que enriquecem o currículo e o aprendizado dos 188 alunos que serão atendidos por ela.
O custo da obra está na casa de R$ 1,8 milhão e será paga com recursos do Governo Federal, através Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, pelo Programa Nacional de Reestruturação e Aquisição de Equipamentos para Rede Escolar Pública de Educação Infantil, com contrapartida da Prefeitura, que será a construção de um muro e a manutenção de vigias no local para se evitar vandalismo e furtos no início das obras pela empresa licitada, além da complementação dos valores deixados em caixa pela administração anterior, o qual teve origem no Ministério da Educação, cujo valor da contrapartida ainda está sendo estimado pelo Município, já que após tanto tempo de abandono, era de se esperar, pois os materiais de construção ao longo deste período sofreram um aumento estratosférico, pelo que os valores recebidos se tornaram insuficientes para custearem o término da obra.

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